sexta-feira, 25 de abril de 2008

Sonho de 24 de abril de 2008

Eu estava a caminho de um rio com meu primo e uma grande amiga, e, chegando no estacionamento de terra improvisado, percebemos que lá não haveria a tranquilidade que procurávamos, afinal, além de já estar cheio, não paravam de chagar mais pessoas. Resolvemos procurar outro lugar e, de repente, eu estava em uma cadeia de montanhas em um país diferente, acho que Tailândia, ou coisa assim, perto de um lago maravilhoso, onde pessoas de diferentes nacionalidades (indianos, turcos, chineses, etc.) nadavam ou velejavam com suas roupas e acessórios maravilhosos, o que dava um ar um tanto exótico ao lugar. O que via lembra um pouco uma cena do filme "amor além da vida" que se passa numa escadaria, perto de um lago... O vento fazia os longos e coloridos tecidos das roupas e de um barco ou outro dançarem lindamente. Eu estive em um barco por um tempo e também voei um pouco, mas acabei caindo na água. Estava maravilhada com tudo o que via (como não estar?). Minha mãe apareceu lá, e me lembro de perguntar a ela qual era mesmo o país em que estávamos e comentar de como era maravilhoso poder conhecer lugares assim.
Mergulhei, então, nas águas escuras e via novas maravilhas subaquáticas, incluindo uma cobra amarela que se contorcia, quase num balé, hipnotizando-me. Senti que o ar me faltava, mas sentia muita dificuldade em subir para a superfície. Ainda debaixo d'água, vi um peixe relativamente grande e meio feio ao mesmo tempo em que ouvia a voz da minha mãe dizendo que aquele era "um daqueles peixes de língua azul". Vi sua língua e levei um susto. Pensando agora, acho que ele lembrava um pouco aquele cachorro Chouchou... Bom, ainda não tinha conseguido subir definitivamente para a superfície e precisava respirar. Fui me apoiando nas pedras que estavam na minha frente e subindo meu corpo para a superfície, onde, a princípio, não consegui enxergar nada. Ouço a voz de outro primo meu e tento chamá-lo mas por outro nome, até que consigo, com algum esforço, lembrar seu verdadeiro nome e ele me guia para que eu consiga subir. Sinto texturas estranhas e, com sua ajuda, consigo subir mais um pouco e enxergar as coisas em que havia tocado: peixes, estrelas do mar e coisas gosmentas, além das pedras. Finalmente chego em solo firme e seco, onde algumas pessoas estão tentando montar suas barracas contra a força de um vento fortíssimo acabado de surgir.
Acordo...

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