Hoje voltei a sonhar com perseguições. Fazia tempo que esses sonhos tinham parado... Não sei bem o que querem dizer, mas de qualquer forma alguma coisa mudou... Eu costumava acordar enquanto ainda estava sendo perseguida ou despistava o perseguidor de alguma forma, mas dessa vez ele que “desistiu”. Só que desistiu com uma expressão do tipo "eu voltarei", bem como os típicos vilões de cinema. O que me lembro do sonho foi que em algum momento eu tive que conversar com certo homem por conta de uma pesquisa, entrevista ou coisa assim. Então fui até seu apartamento procura-lo, e assim que entrei, depois de ficar algum tempo esperando na porta, notei que não era boa pessoa. Ele tinha um olhar meio psicótico que me deu medo, e assim que notei que algo estava errado quis sair, mas ele não deixou. Queria me estuprar. Assim começou a perseguição e continuou até o ponto em que eu esqueci por que fugia, só sabia que devia continuar... lembro-me que corri por vários lugares, inclusive um prédio que parecia um hospital ou uma escola, e que não estive sempre sozinha. Durante a fuga, uma pessoa que foi Iací em alguns momentos, uma amiga de infância em outros e que, se não me engano, chegou a ser minha prima também, se juntou a mim, embora nenhuma das outras pessoas se preocupasse em ajudar. No momento em que saía desse prédio estava sozinha e ao atravessar a rua vi passando por mim um carro com esse homem, no qual minha psicóloga também se encontrava. Seu rosto, no momento em que me viu adquiriu um ar de triunfo, com aquele sorrisinho de “eu voltarei” dos vilões. O carro foi e me deixou morrendo de raiva, tanto do fato, quanto da minha psicóloga, que não percebeu o acontecia. Continuei andando até a tenta de circo do outro lado da rua onde tinham várias mesas e pessoas comendo, e me sentei pensando no que tinha acontecido. Foi então que um menino de uns 8 anos me abraçou.. não lembro o que ele disse, mas fez com que eu me sentisse melhor. Riu de mim quando ia embora encorajando todos os outros a fazê-lo, mas não me importei com os risos... nem com nada.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
quarta-feira, 16 de maio de 2007
sonho da infância

Tive esse sonho quando tinha menos de 8 anos, na noite em que assisti Edward Mãos de Tesoura pela primeira vez! (acho que foi nesse momento que Tim Burton entrou na minha vida!)
Bom, a parte que eu lembro do sonho começa na casa da minha avó, onde toda a minha família por parte de mãe estava reunida. Lá, a minha prima tinha me mostrado seu bonequinho, um snoopy desmontável de uns 7 centímetros, daqueles com chapéu que vinham em lembrancinhas de aniversário, e que eu tinha fora do sonho (tenho, inclusive, guardado até hoje por conta desse sonho... sem o chapéu). O legal do boneco não era ele em si, mas o que ele fazia: quando alguém tirava seu chapéu qualquer desejo dessa pessoa seria realizado. Lembro-me que minha tia disse muito seriamente: “quando estiver com ele tome muito cuidado com o que desejar.” Ouvi o conselho e voltei a brincar com minha prima desejando coisas bobas até que na minha vez perdemos o tal do chapéu. Procuramos em todo lugar e não encontramos, então o boneco ficou comigo.
Chegamos em casa e fomos dormir. Depois de um tempo tentando fui para a cama de meus pais, como realmente fazia na época, e tentei novamente dormir. Ao invés de uma parede branca sem nada pendurado, como era de fato, eu via uma janela bem simples, como um buraco em forma de arco na parede que tinha vista para um castelo (o mesmo do filme) e três casinhas penduradas ao lado da janela. Primeiro lembro de ter ficado com medo do castelo, mas resolvi que não tinha nada demais no castelo e não devia ter medo. Como não conseguia dormir continuei pensando nele, e logo morria de curiosidade para saber como era por dentro. Foi aí que resolvi pular a janela e ir até lá.
Depois disso lembro de guardas vestidos de vermelho me perseguindo lá dentro e de ter escorregado na banheira do rei enquanto fugia. Quando finalmente consegui sair, ilesa, dei num parquinho onde várias crianças brincavam. Mas não estavam exatamente felizes. Era como se estivessem presas lá, condenadas a brincar para sempre, e alguém que não era criança me disse que eu deveria fugir, ou acabaria como elas. Na próxima cena eu estava em uma grande rampa branca, com o piso bem lustrado e escorregadio. Tive que desejar que meus sapatos não escorregassem para conseguir subir. No meio do caminho encontrei minha mãe, que tava com bastante dificuldade para subir também. Eu desejei que ela pudesse subir também, mas só depois de vê-la se esforçando por algum tempo. Esse momento foi o mais difícil... eu desejava coisas que sabia que não devia desejar, e só depois de uma luta de pensamentos consegui optar pelas coisas “certas”. No meio da rampa encontramos um homem careca e meio chato. Num sabia se minha mãe queria conversar com ele então fiquei um tempo esperando. Quando percebi que ela queria ir embora também desejei que ele não conseguisse subir e nós sim, então ele ficou para trás. Depois ela falou que aquele era um ex-namorado dela que ela não suportava! Bom, chegando no final da rampa pude ver uma mesa bem grande com um pano azul por cima onde toda a família comeria junta. Minha avó paterna e a moça que trabalhava na casa dela, a quem eu e meu irmão adorávamos, eram as únicas que já tinham chegado. Fui andando em direção à mesa, que tinha na ponta esquerda uma toalha de cor branca onde estavam todos os pratos. A moça que trabalhava na casa da minha avó, então, puxou essa toalha fazendo todos os pratos voarem. Eu acordei quando eles estavam no ar, e achei a imagem linda!
Bom, a parte que eu lembro do sonho começa na casa da minha avó, onde toda a minha família por parte de mãe estava reunida. Lá, a minha prima tinha me mostrado seu bonequinho, um snoopy desmontável de uns 7 centímetros, daqueles com chapéu que vinham em lembrancinhas de aniversário, e que eu tinha fora do sonho (tenho, inclusive, guardado até hoje por conta desse sonho... sem o chapéu). O legal do boneco não era ele em si, mas o que ele fazia: quando alguém tirava seu chapéu qualquer desejo dessa pessoa seria realizado. Lembro-me que minha tia disse muito seriamente: “quando estiver com ele tome muito cuidado com o que desejar.” Ouvi o conselho e voltei a brincar com minha prima desejando coisas bobas até que na minha vez perdemos o tal do chapéu. Procuramos em todo lugar e não encontramos, então o boneco ficou comigo.
Chegamos em casa e fomos dormir. Depois de um tempo tentando fui para a cama de meus pais, como realmente fazia na época, e tentei novamente dormir. Ao invés de uma parede branca sem nada pendurado, como era de fato, eu via uma janela bem simples, como um buraco em forma de arco na parede que tinha vista para um castelo (o mesmo do filme) e três casinhas penduradas ao lado da janela. Primeiro lembro de ter ficado com medo do castelo, mas resolvi que não tinha nada demais no castelo e não devia ter medo. Como não conseguia dormir continuei pensando nele, e logo morria de curiosidade para saber como era por dentro. Foi aí que resolvi pular a janela e ir até lá.
Depois disso lembro de guardas vestidos de vermelho me perseguindo lá dentro e de ter escorregado na banheira do rei enquanto fugia. Quando finalmente consegui sair, ilesa, dei num parquinho onde várias crianças brincavam. Mas não estavam exatamente felizes. Era como se estivessem presas lá, condenadas a brincar para sempre, e alguém que não era criança me disse que eu deveria fugir, ou acabaria como elas. Na próxima cena eu estava em uma grande rampa branca, com o piso bem lustrado e escorregadio. Tive que desejar que meus sapatos não escorregassem para conseguir subir. No meio do caminho encontrei minha mãe, que tava com bastante dificuldade para subir também. Eu desejei que ela pudesse subir também, mas só depois de vê-la se esforçando por algum tempo. Esse momento foi o mais difícil... eu desejava coisas que sabia que não devia desejar, e só depois de uma luta de pensamentos consegui optar pelas coisas “certas”. No meio da rampa encontramos um homem careca e meio chato. Num sabia se minha mãe queria conversar com ele então fiquei um tempo esperando. Quando percebi que ela queria ir embora também desejei que ele não conseguisse subir e nós sim, então ele ficou para trás. Depois ela falou que aquele era um ex-namorado dela que ela não suportava! Bom, chegando no final da rampa pude ver uma mesa bem grande com um pano azul por cima onde toda a família comeria junta. Minha avó paterna e a moça que trabalhava na casa dela, a quem eu e meu irmão adorávamos, eram as únicas que já tinham chegado. Fui andando em direção à mesa, que tinha na ponta esquerda uma toalha de cor branca onde estavam todos os pratos. A moça que trabalhava na casa da minha avó, então, puxou essa toalha fazendo todos os pratos voarem. Eu acordei quando eles estavam no ar, e achei a imagem linda!
segunda-feira, 14 de maio de 2007
introdução e sonho de 14/05/2007
Hoje de manhã quando acordei sentia ainda úmidos meus últimos trechos de sonho e pensei em registrá-los aqui. Escolhi, no entanto, esperar até a noite, já que naquela hora preferi me arrumar para o tai chi. Mas parece que a secura de Brasília é tanta que afeta essa terra também... Meu esforço para mantê-los guardados funcionou, mas sinto que perdi muito deles.
Parece que de manhã, logo depois de acordar, os sonhos se escondem pelos cantos misturando realidades, e deixamos que escapem por não saber como segurar-los direito.
acho que eu aprendi melhor que várias pessoas a apanhar os meus sonhos depois que acordo e acho que vivo mais por isso. Não é que eu tenha um talento diferente, não. O que eu tenho é paixão pelos sonhos. Até os bizarros, os medonhos, os bobos... Sou uma sonhadora apaixonada!
Adoro dividir eles com os outros também. Tenho uma certa dó de não poder passar exatamente como foram, afinal são tão extraordinários que cada um daria material para uma vida de arte!
Por isso resolvi criar esse espaço: ao mesmo tempo em que anoto os meus sonhos para que durem mais, divido com aqueles que quiserem ler!
Bom, o sonho da noite passada começou levemente cotidiano para depois tornar-se mais surreal...
a primeira cena que lembro envolve minha namorada, que vou chamar de Iací, por um motivo que ela entenderia, e um menino pela qual já fui apaixonada, que chamarei de João (aleatório). O João tinha vindo da cidade dele sem eu saber e estava no meu quarto, assim como ela. Eu acho que tinha acordado há pouco tempo e conversava com eles, sendo que ele demonstrava certa intimidade, falava coisas pra me agradar e estava sempre sorrindo. Eu conversava animada enquanto ela ficou um pouco silenciosa. Daí cortou para uma cena onde estávamos nós 3 mais alguns amigos meus em um bar e pensávamos no que fazer naquela noite, assunto que já tinha aparecido no quarto. As opções eram um grupo de coco e um trance e parece que os dois estavam caros.
Lá, Iací falou o quanto estava incomodada com a presença de João e com o jeito como eu conversava com ele. Eu explico que tinha saudade, mas que nada mais aconteceria entre nós, e que eu a amava demais. Acho que ela acredita, mas continua um pouco enciumada. o engraçado aqui é que eu não consegui me espressar como queria.. queria que ela entendesse o quão menor esse "te amo demais" parecia perto do meu sentimento real por ela..
A cidade não era mais Brasília. Parecia mais Pirinópolis ou uma dessas cidadezinhas bem coloridas. Uma amiga minha falou que a banda de coco não tava muito legal, que tinha virado moda e agora estava cara demais.
Estou numa canoa com uma mulher mais velha. As águas são bem verdes, cristalinas. Não olho para o céu, mas me parece estar nublado. Conversamos não lembro do quê. A canoa encalha num ponto com várias arvores em volta. Seguramos a canoa, agora uma miniatura, em nossas mãos e vamos ver o que está errado. Várias tábuas faltando... a senhora agora é minha avó. Andamos por dentro da água com dificuldade e depois nos seguramos para a correnteza não levar. Impressiono-me com as algas... lindas! O verde e o movimento são hipinotizantes. Alguém reclama ou pergunta por que estamos ali. Era um homem estranho, não me agrada. Com ele aparecem bichos amarelos e gosmentos pelos lugares e que não param de crescer. Saímos correndo do rio. Já não é mais minha avó. Corremos por cima das pedras num cenário familiar. (Acho que apareceu em outro sonho) o foco vai para alguns dos bichos que ainda estavam pequenos. Zoom out.. Encontram-se numa espécie de aquário, onde estão sendo estudados por aquele homem, agora vestido de médico e num hospital. É o inicio daquela bagunça dos bichos amarelos. O foco vai para as pessoas do que estão lá dentro, esperando para serem atendidas, e, depois, para uma mulher que está na janela, vestida de afegã, se não me engano. Ela chora em silêncio e tem o olhar distante. Algo nela além do choro prende minha atenção. Um homem começa a andar em sua direção e puxa conversa com ela. Os dois se vestem de azul. Ela mal responde e ele a pega com força pelo pulso, prendendo-a a janela com os braços acima da cabeça. Ela debate, grita, mas ele é muito rápido. Corre, e explode uma bomba pelo lado de fora que faz com que os vidros voem em estilhaços para dentro do prédio, mas apenas a moça afegã é atingida. Todos os outros corremos para fora desesperadamente.
Eu acordo
Parece que de manhã, logo depois de acordar, os sonhos se escondem pelos cantos misturando realidades, e deixamos que escapem por não saber como segurar-los direito.
acho que eu aprendi melhor que várias pessoas a apanhar os meus sonhos depois que acordo e acho que vivo mais por isso. Não é que eu tenha um talento diferente, não. O que eu tenho é paixão pelos sonhos. Até os bizarros, os medonhos, os bobos... Sou uma sonhadora apaixonada!
Adoro dividir eles com os outros também. Tenho uma certa dó de não poder passar exatamente como foram, afinal são tão extraordinários que cada um daria material para uma vida de arte!
Por isso resolvi criar esse espaço: ao mesmo tempo em que anoto os meus sonhos para que durem mais, divido com aqueles que quiserem ler!
Bom, o sonho da noite passada começou levemente cotidiano para depois tornar-se mais surreal...
a primeira cena que lembro envolve minha namorada, que vou chamar de Iací, por um motivo que ela entenderia, e um menino pela qual já fui apaixonada, que chamarei de João (aleatório). O João tinha vindo da cidade dele sem eu saber e estava no meu quarto, assim como ela. Eu acho que tinha acordado há pouco tempo e conversava com eles, sendo que ele demonstrava certa intimidade, falava coisas pra me agradar e estava sempre sorrindo. Eu conversava animada enquanto ela ficou um pouco silenciosa. Daí cortou para uma cena onde estávamos nós 3 mais alguns amigos meus em um bar e pensávamos no que fazer naquela noite, assunto que já tinha aparecido no quarto. As opções eram um grupo de coco e um trance e parece que os dois estavam caros.
Lá, Iací falou o quanto estava incomodada com a presença de João e com o jeito como eu conversava com ele. Eu explico que tinha saudade, mas que nada mais aconteceria entre nós, e que eu a amava demais. Acho que ela acredita, mas continua um pouco enciumada. o engraçado aqui é que eu não consegui me espressar como queria.. queria que ela entendesse o quão menor esse "te amo demais" parecia perto do meu sentimento real por ela..
A cidade não era mais Brasília. Parecia mais Pirinópolis ou uma dessas cidadezinhas bem coloridas. Uma amiga minha falou que a banda de coco não tava muito legal, que tinha virado moda e agora estava cara demais.
Estou numa canoa com uma mulher mais velha. As águas são bem verdes, cristalinas. Não olho para o céu, mas me parece estar nublado. Conversamos não lembro do quê. A canoa encalha num ponto com várias arvores em volta. Seguramos a canoa, agora uma miniatura, em nossas mãos e vamos ver o que está errado. Várias tábuas faltando... a senhora agora é minha avó. Andamos por dentro da água com dificuldade e depois nos seguramos para a correnteza não levar. Impressiono-me com as algas... lindas! O verde e o movimento são hipinotizantes. Alguém reclama ou pergunta por que estamos ali. Era um homem estranho, não me agrada. Com ele aparecem bichos amarelos e gosmentos pelos lugares e que não param de crescer. Saímos correndo do rio. Já não é mais minha avó. Corremos por cima das pedras num cenário familiar. (Acho que apareceu em outro sonho) o foco vai para alguns dos bichos que ainda estavam pequenos. Zoom out.. Encontram-se numa espécie de aquário, onde estão sendo estudados por aquele homem, agora vestido de médico e num hospital. É o inicio daquela bagunça dos bichos amarelos. O foco vai para as pessoas do que estão lá dentro, esperando para serem atendidas, e, depois, para uma mulher que está na janela, vestida de afegã, se não me engano. Ela chora em silêncio e tem o olhar distante. Algo nela além do choro prende minha atenção. Um homem começa a andar em sua direção e puxa conversa com ela. Os dois se vestem de azul. Ela mal responde e ele a pega com força pelo pulso, prendendo-a a janela com os braços acima da cabeça. Ela debate, grita, mas ele é muito rápido. Corre, e explode uma bomba pelo lado de fora que faz com que os vidros voem em estilhaços para dentro do prédio, mas apenas a moça afegã é atingida. Todos os outros corremos para fora desesperadamente.
Eu acordo
Assinar:
Postagens (Atom)