sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

sobre minha geração L


Depois de fazer uma amiga num mercado bem sinistro numa rua de não-sei-aonde e acabar correndo da polícia, encontro segurança em uma escola de ensino médio/fundamental... Estava anoitecendo, então cheguei justamente na hora em que os pais foram buscar seus filhos e entrei com alguma facilidade. Lá dentro havia uma arquibancada onde me sentei e fiquei um tempo observando as pessoas passando. Acabei descobrindo que teria uma apresentação e resolvi ficar pra ver, mas antes dela começar minha mãe apareceu lá e conversamos um pouco. Em um determinado momento ela viu um cartão de visita que dizia "Sapatão Nordestina" ou coisa assim. Minha mãe, então, perguntou não muito discretamente porque alguém faria um cartão se expondo dessa forma, o que levou a possuidora do cartão, uma moça sentada logo a nossa frente, a ficar meio envergonhada e a tentar esconder o cartão e sua agenda de capa bem "orgulho gay". Respondi à minha mãe que entendia a moça, que, as vezes, quando o preconceito é muito grande, a pessoa precisa afirmar sua identidade da forma que encontrar. Então essa moça, que devia ter uns 50 e poucos anos, olhou para mim com uma cara de "é isso!" enquanto eu a defendia, e ela viu que eu também devia ser assim para entender o que ela passava. Conversamos um pouco e ela, já sabendo que eu tinha uma namorada, disse: "Agora a geração de vocês tem outro passo a dar: o de ter filhos!". Eu sorri, nos despedimos, e acabei vendo meu irmão vestido de verde com umas porpurinas no rosto dançando no meio da pláteia. Tinha começado a apresentação. Era uma apresentação bem figura, e não tenho idéia de como meu irmão foi parar lá, mas assistimos um bucado até que começou um incidente com um carro que tava manobrando no meio da arquibancada! Uma falta de respeito, eu achei. Depois de vários quase-atropelamentos e uma discussão com o motorista eu estava num carro com minha tia, dois primos e meu irmão, tentado sair de ré, subindo uma rampa bastante íngreme, e quase batendo em carros e pedestres. Fui passageira e motorista.. acordo..

sobre como deve ser o sexo para homens heterossexuais

No meio de uma história que não me lembro muito bem e que se passava na minha casa, eu acabo me tornando um coreano recém-casado! Eu me minha esposa, que também era coreana, estavamos em um quarto meio estranho e começamos a nos beijar e tudo... Ela estava apavorada porque estávamos prestes a fazer sexo e ela era virgem. Aparentemente eu já tinha tido algum tipo de experiência e parecia saber mais ou menos o que estava fazendo. Me lembro de tentar ser bem cuidadoso com ela, mas o engraçado é que eu fui bem homem nessa hora! Não me importei muito com preliminares e coisas do tipo e fui cuidadosamente colocando meu pênis na vagina dela. Eu tinha um pênis! essa com certeza é uma das sensações mais estranhas que eu já tive! Bom, continuando, eu olhava para ela na altura da vagina/útero e podia ver o que se passava dentro dela!! Lógico que fiquei fascinado(a) olhando o que estava acontecendo, e isso acabou me excitando ainda mais. Com o tempo ela relaxou um pouco e as coisas funcionaram melhor. Agora uma coisa muito estranha é que eu sentia o prazer que eu sinto fazendo sexo, só que localizado fora do meu corpo (que era o corpo do coreano.. ), mais especificamente na ponta do pênis que eu tive! Pense numa experiência surreal!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

leque e lâminas


Havia uma rua de terra pela qual várias pessoas transitavam constantemente, indo e vindo de lugares que eu desconhecia, só exitindo pra mim enquanto estivessem no pedacinho da estrada que minha visão abarcava. No sonho eu não cheguei a pensar assim, mas agora parece que elas vinham e iam pro além enquanto eu ficava nesse lugar entre, num quase não-lugar...

enfim, houve um momento em que eu dançava com um leque enorme, vestida de preto e vermelho, sem público nem nada, só porque sim. Adorava aquele leque! Embora a minha dança fosse bem séria, quase no espírito da dança flamenca, eu me divertia bastante. Era noite enquanto eu dançava..

em outro momento, mais acima da estrada, eu e outras pessoas conversávamos com uma criança que queria comer muitos doces e levar uns brinquedos para a escola, enquanto os mais velhos mão queriam que ele comesse aqueles doces. Não era dia nem noite essa hora..

chegou, então, uma hora em que eu estava um pouco mais abaixo na estrada, sentada numa espécie de cerca de madeira que não cercava nada, conversando com um estrangeiro e meu irmão. Minha namorada chegou depois de um tempo, e ela e o estrangeiro, que agora já era um amigo, andaram comigo descendo a estrada. O número de pessoas transitando havia aumentado um pouco e acho que já era mais dia que noite. Minha namorada, que estava segurando um machado, perguntou se podia bater com ele em mim, e pediu que andasse na sua frente. Eu disse que isso ia me matar e ela falou algo como "é só um pouquinho.. eu quero muito!". Andei por pouco tempo na frente dela e imaginei duas formas dela me matar com aquele machado, infincando no meu crânio ou me decapitando, e decidi andar ao seu lado. Disse que não queria morrer. O estrangeiro tinha se tornado um amigo nosso que acabou entrando nessa discussão e liderou o caminho um pouco para fora da estrada, para a beira de um rio. Chegando lá ela me convenceu a fazer só um pequeno corte na minha cabeça com um facão meio enferrujado que ela carregava agora no lugar do machado e enquanto eu olhava para o lago ela me cortou. O corte doía, mas nao a ponto de eu manifestar alguma dor... e foi feito bem devagar, como se ela quisesse prolongar aquele momento ao máximo. Quando acabou eu estava com raiva dela... Nós três continuamos andando para o outro lado, cruzamos a estrada te terra e chegamos perto de um lugar que cultivava minhocas.. passamos pelo meio de uma horta meio estranha e descemos.. não sei pra onde íamos, mas acho que tinha água.