sexta-feira, 8 de maio de 2009

Lá estávamos eu e minha namorada em uma comercial das 400, no plano, quando resolvo fechar a porta do seu carro. Chegando lá, percebo que o carro estava impedindo a passagem de outros e tento arrumar, mas, como vinha gente atrás, acabo tendo que dar uma voltinha. De repente, me surpreendo com duas pessoas armadas na rua apontando para carro e me abaixo, tentando fugir dos tiros. Volto para a comercial e estaciono o mais rápido que consigo pra falar logo com minha namorada, que, a princípio, não entende nada do que eu tô falando. grito pra gente sair da rua, que tem umas pessoas armadas, então seguro na mão dela e vamos correndo para uma farmácia que estava ali perto e nos escondemos atrás de uma estante. Um dos armados, que nesse momento já tinham se multiplicado bastante, entra na farmácia e nos acha com alguma facilidade. Ele aponta a arma pra nós duas e diz algumas coisas que não me lembro, então joga um remédio na minha cara e no meu cabelo e ri dizendo "vamos ver o que vai achar de ser loira". Sinto meu rosto ardendo com aquela subsância, mas fico aliviada tenha sido só aquilo. Ele ainda briga com o dono da loja e sai sem atirar em ninguém.
Saímos de lá tentando nos esconder dessas pessoas todas, que pareciam já ter matado metade da cidade, mas um cara consegue pegar a Iaci atira nela duas vezes! me desespero com aquilo e vou tentar tirá-la dali, descobrindo, com um alívio que eu nem sei descrever, que nada tinha acontecido com ela.
Acabamos descobrindo que aquelas pessoas queriam roubar 5 milhões de reais do Banco Central... andamos até a rodoviaria tentado fugir do caos. Eu estou descalça e está anoitecendo. andamos de mãos dadas... a cidade está cheia de cadáveres...


Estou numa escola primária onde vou começar meu estágio e sinto vontade de ir ao banheiro. Vejo que eles têm um para estagiárixs e um para professorxs o que acho meio estranho, mas entro de qualquer forma. Tento fazer meu xixi, e percebo uma funcionária da escola falando comigo por uma abertura de um palmo, mais ou menos, entre a porta e a parede. Fico meio sem-graça, claro, e mexo na porta para tampar aquele buraco, mas mesmo assim não consigo fazer xixi. Resolvo tentar o banheiro dxs professorxs que, agora, se encontrava depois de uma escadinha e não ao lado, como quando eu entrei no dxs estadiárixs. Subindo as escadinhas chego num banheiro que é quase uma casa, com mesinha, chuveiro e sofá! Mas antes de fazer qualquer coisa, aquela mesma funcionária me entrega um menininho e diz que ele tá com dificuldade, pra eu ajudar ele, e depois me entrega uma espécie de algema estranha, com buracos bem pequenos para os braços e correntes mais finas e longas que o normal, e diz que depois é para eu colocar nele, que todxs alunxs devem usar! Pergunto para ele qual o problema e ajudo como posso, embora não me lembre agora o que era, e fico perplexa olhando para a aquelas algemas pensando no que deveria fazer. Descemos as escadas e vejo três criancinhas brincado algemadas uma na outra, sendo que a do meio tinha os olhos vendados. Levo um susto e fico tentando decidir o que eu devo fazer. mas acaba que encontro algumas professoras e elas vem falar comigo de coisas do estágio, então vejo uma ex-professora de informática que é muito brother hoje em dia e vou falar com ela. Pergunto como ela está embora a resposta esteja aparente no rosto dela: ela estava péssima. Tinha o rosto pálido, com olheiras enormes, o cabelo meio bagunçado, os ombros meio curvados pra frente e a cabeça baixa constantemente. Disse que aquele lugar acabaria comigo e que só estava lá para pegar um documento. Nos despedimos e segui andando pela escola. Vi várixs alunxs não-acorrentados correndo para as salas com suas professoras carrancudas e, surpreendentemente, minha mãe andando a direção oposta. Ela disse que havia chegado mais cedo para me buscar, e que esperaria as duas horas que eu deveria ficar na escola na piscina que tinha ali perto. Então continua andando em direção à piscina e eu vou meio sem rumo pra outro lado, até que vejo uma mala no chão. Vou para mais perto da mala e penso em olhar o que tem lá dentro ou levá-la para algum achados-e-perdidos, mas acabo me distraindo com umas plantas esquisitinhas, mas lindas, que soltavam uma fumacinha colorida quando balançavam. Começo a andar por aquele caminho, uma espécie de corredor entre a grade da escola e a de uma quadra, cobertas inteiramente por folhas secas. Andando percebo uma série de outros objetos postos lá e uma voz que dizia algo sobre homossexuais, embora não tenha ficado tempo suficiente lá para perceber se era uma fala amigável a nós ou não. Depois de um tempo percebo que é uma instalação e vejo também uma projeção em uma tela, que cobria (nesse momento) todo o lado da grade da quadra.
logo após sair de lá ja não estou no sonho como personagem, apenas assisto a cena de um rapaz que parece ter a mais ou menos a minha idade, sendo pego e torturado por um homem e uma mulher que deviam ser coordenadores da escola. Foi uma cena muito cruel, eles queimaram até derreter um pouco os dentes de trás dele e o cortaram de algumas formas, enquanto diziam algo como "ah, você gosta de couro, né, seu viado? então olha o que eu vou fazer com o seu!". Em algum momento também maltrataram e deceparam um boi na frente do rapaz, para torturá-lo. Ele grita e chora, pede para eles pararem...
um pouco depois ele se encontra em outra sala e agora eu sou uma amiga sua que está lá. O homem está vestido de padre nesse momento e eles falam mais coisas cruéis para o rapaz e dizem o que vai acontecer com ele, então grito que eles não podem fazer isso, mas, como não adianta, beijo a boca do meu amigo para tentar salvar sua pele. Ele entende minha intenção e num beijo ao mesmo tempo fingido e desesperado nos movemos até sair pela porta e cair nas escadas de fora da sala. Saímos correndo pela escola, mas várias professoras e cordenadoras com chicotes na mão conseguem pegá-lo. Eu me escondo e fico bem. Elas são muitas para eu conseguir ajudá-lo. Vejo várias delas caindo em cima dele e, durante um tempo acho que ele não vai conseguir, mas acaba dando um jeito de sair dali.. Não vejo pra onde ele vai...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

conforto..



Ontem sonhei que a mãe da minha namorada, que acha que eu fui um problema (sim, ela acha que eu sou no passado.. hehe), estava pronta para me encontrar. Minha namorada a trouxe pra perto de mim e, supreendentemente, nos demos bem! Ela não falou muito mas me abraçou bem forte... Quase me senti como nora dela..


Já hoje, sonhei que minha namorada estava grávida... pareceu normal no sonho, e não era de outra pessoa, era nosso!
acordei desejando que meu amor estivesse ao meu lado..
(saudade de acordar com você, minha linda.. )

nessecidade de afirmar que meu pai estava errado? ilustração de desejos?
de qualquer forma, me faz bem viver essas coisas em sonho!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Férias apocalípticas

Num dia tranquilo de férias, eu, minha namorada (Iací) e duas amigas de infância (que eu vou chamar de Iris e Júlia) fomos à praia, tomamos sol, conversamos, bebemos, nadamos, e, em um determinado momento, a correnteza ficou muito forte e veio uma onda absurdamente grande e forte em cima de todos que estavam na praia. Eu me debati, me revirei, nadei, mas só consegui sair da água quando a Iris me puxou pra fora. Procurei um pouco pela minha namorada e, não encontrando nem ela nem a Júlia, fui correndo com a Iris pra dentro da cidade, afinal o mar continuava avançando. Ela me guiou pelas ruas de paralelepípedo até um tipo de galpão bem antigo onde havia um bote e vários coletes salva-vidas. Nos vestimos com os coletes e saindo do galpão encontramos Iací e Júlia. Claro que eu saí correndo e abracei Iací com toda a força e beijei seu rosto quase desesperadamente (imagina meu alívio!), até perceber que ela parecia meio chateada. Quando perguntei o que era ela me respondeu que eu não procurei por ela o suficiente no mar.. Não lembro se contei como foi pra mim no mar, mas depois disso tudo ficou razoavelmente bem e logo era o dia seguinte.
O que fizemos então? Voltamos para a mesma praia! Novamente em pôr-do-sol sem muitas cores, mas dessa vez eu e Iacì fomos com meus pais, que tinham chegado na cidade naquele dia, e eu achava que eles deviam conhecer a praia. E o que aconteceu enquanto estávamos na água? novamente aquela correnteza bem forte e onda enorme aconteceram. Dessa vez eu procurei mais tempo pela minha namorada, e consegui encontrar depois de um tempo. Peguei ela no colo e, com muito mais dificuldade que no dia anterior, consegui sair daquela água turva. Ainda com ela no colo, corri até o mesmo galpão, que dessa vez estava vazio. A cidade que parecia um pouco com Ouro Preto, mas tinha sido Belém e São Jorge, estava ficando toda alagada. Na correria por abrigo passamos por um rio que tinha sido formado no centro da cidade, onde, além do meu primo, encontramos alguns coletes e um bote flutuando. Os três chegamos numa loja estilo 1,99 onde encontramos roupas secas e pessoas muito mal-humoradas que nos fizeram sair de lá rapidinho.
Nessa altura já estava de madrugada, e ouvimos rumores de que aquele seria o fim, o apocalipse. Isso já havia passado pela minha cabeça, mas depois de ouvir de outras bocas meu medo aumentou um bocado. Meu primo sumiu na procura por abrigo e eu e Iací, que corríamos a bastante tempo, sempre para os lugares mais secos da cidade, acabamos conhecendo um bombeiro que disse que podia nos ajudar. Ele abriu uma porta do prédio dos bombeiros e uma fila de gente querendo entrar fez-se atraz de nós, embora ninguém mais tenha conseguido. subimos por uma escada bem esquisita e e chegamos numa sala onde algumas pessoas comíam e conversávam. Nos ofereceram comida, e muito mais tranquilas, sentamos no sofá comendo e ouvindo a a fala de um homem que dizia que o que estava acontecendo era igualzinho a descrição do aocalipse de São Jorge.
Acordo..

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Estar ou não estar...

Lá estava eu em minha moto, tentando não ser vista pelos policiais nas ruas mal iluminadas de alguma quadra, quando um deles me para. Então eu desço da moto e, logicamente, saio conversando com uma moça que apareceu por lá e, que por acaso, era a dona da academia que ocupava aquela quadra toda, embora não fosse possível identificar nenhum sinal de que houvesse uma por aquelas bandas. Ela faz uma pequena propaganda e eu resolvo experimentar um dos cursos de lá que me soa interessante.

Entrando na sala, que era como um pequeno apartamento com enormes janelas de vidro, uma mesa no centro e uma escada que dava para o segundo andar, conheço a professora e os integrantes da turma. A professora é mais velha e bem simpática, mas séria ao mesmo tempo, e os integrantes tem todos idades próximas a minha. Aprendo que não sairíamos dali por um bom tempo e que esse talvez fosse o mês mais difícil de nossas vidas, mas mesmo assim eu e todos os outros resolvemos ficar. Uma visita da dona da academia deixa claro que elas são bruxas e que não têm certeza se deviam fazer uma coisa tão difícil com a gente, mas ainda assim continuamos.
A professora dá algumas orientações e vamos todos para o andar de cima, que é vazio. Olhamos as janelas e uma menina do grupo resolve tacar uma pedrinha lapidada no prédio da frente, que tinha suas janelas abertas. Pouco depois da pedra chegar lá entra outra na sala em que estamos. Nossa primeira idéia foi que haviam pessoas lá jogando a pedra de volta, mas depois percebemos que a pedra que ela jogava lá entrava onde estávamos ao entrar no prédio da frente! não havia gente lá, ou melhor, nós é que estávamos lá que era o nosso aqui!! ficamos um pouco assustados com a constatação e eu resolvi levantar e fechar as janelas. e ao fazer isso eu vi o meu reflexo na janela de um terceiro prédio, mais alto que o nosso e meio em diagonal, fechando a janela de lá! fechei outra e novamente lá estava meu reflexo em outro prédio, enquanto a outra janela era fechada. falei com os colegas o que estava acontecendo e conversamos um pouco sobre estarmos em outros lugares ou o que seria isso. Depois começamos a ver nosso reflexo na parte de baixo da janela, que era meio espelhada, e ele não estava muito.. certo. a professora então disse que o que aconteceria agora não seria real e teriamos de nos controlar. Ela disse também que cada um teria uma experiência diferente, com ela o reflexo tinha envelhecido bem rápido. Olhei para o meu e eu comecei a ficar com aparencia de frio: minha pele ficou um pouco sem cor, os lábios roxos, e começaram a aparecer gelinhos no meu cabelo. Eu senti frio de verdade, mas tentei pensar que aquilo não era real. O meu reflexo foi congelando aos poucos, com gelo sendo formado principalmente em volta do meu pescoço e eu fui ficando desesperada com isso! Foi só quando eu olhei pra baixo e coloquei as mão no meu pescoço que eu realmente vi que não era real e consegui acalmar. Meu reflexo voltou ao normal.

Todos descemos e houve uma reunião onde aquela professora nos falou várias coisas. Minha irmã agora estava presente. Em um momento eu perguntei para a professora o que aconteceria se não conseguissemos descer e então eu estava não conseguindo descer as escadas. Meu corpo havia travado, como naquele esquema de catalepsia projetiva. Escutei a voz dela dizendo "tenta relaxar o corpo" e deu certo, fui conseguindo relaxar um pouco até meu corpo amolecer e eu ficar deitada na escada, então consegui descer. Eu continuava conversando com ela e não sabia se tinha imaginado, tinha já tinha acontecido ou se eu previ o que ia acontecer.
A reunião continuou, embora nem todos estivessem prestando atenção nela, até que um rapaz resolveu que iria embora. eu e outros ficamos espantadíssimos com a possibilidade e a maior parte foi embora. alguns, como eu resolveram sair um pouquinho só pra respirar, mas voltariam em algumas horas.
andando, passei por uma casa bem simples onde estavam cozinhando algo e me ofereci para ajudar em troca de comida. Ajudei na cozinha e acabei conversando com a menina que cozinhava e aconselhando ela de alguma forma, embore não me lembre como. Comecei a pensar se realmente devia voltar..
acordo..

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

sobre minha geração L


Depois de fazer uma amiga num mercado bem sinistro numa rua de não-sei-aonde e acabar correndo da polícia, encontro segurança em uma escola de ensino médio/fundamental... Estava anoitecendo, então cheguei justamente na hora em que os pais foram buscar seus filhos e entrei com alguma facilidade. Lá dentro havia uma arquibancada onde me sentei e fiquei um tempo observando as pessoas passando. Acabei descobrindo que teria uma apresentação e resolvi ficar pra ver, mas antes dela começar minha mãe apareceu lá e conversamos um pouco. Em um determinado momento ela viu um cartão de visita que dizia "Sapatão Nordestina" ou coisa assim. Minha mãe, então, perguntou não muito discretamente porque alguém faria um cartão se expondo dessa forma, o que levou a possuidora do cartão, uma moça sentada logo a nossa frente, a ficar meio envergonhada e a tentar esconder o cartão e sua agenda de capa bem "orgulho gay". Respondi à minha mãe que entendia a moça, que, as vezes, quando o preconceito é muito grande, a pessoa precisa afirmar sua identidade da forma que encontrar. Então essa moça, que devia ter uns 50 e poucos anos, olhou para mim com uma cara de "é isso!" enquanto eu a defendia, e ela viu que eu também devia ser assim para entender o que ela passava. Conversamos um pouco e ela, já sabendo que eu tinha uma namorada, disse: "Agora a geração de vocês tem outro passo a dar: o de ter filhos!". Eu sorri, nos despedimos, e acabei vendo meu irmão vestido de verde com umas porpurinas no rosto dançando no meio da pláteia. Tinha começado a apresentação. Era uma apresentação bem figura, e não tenho idéia de como meu irmão foi parar lá, mas assistimos um bucado até que começou um incidente com um carro que tava manobrando no meio da arquibancada! Uma falta de respeito, eu achei. Depois de vários quase-atropelamentos e uma discussão com o motorista eu estava num carro com minha tia, dois primos e meu irmão, tentado sair de ré, subindo uma rampa bastante íngreme, e quase batendo em carros e pedestres. Fui passageira e motorista.. acordo..

sobre como deve ser o sexo para homens heterossexuais

No meio de uma história que não me lembro muito bem e que se passava na minha casa, eu acabo me tornando um coreano recém-casado! Eu me minha esposa, que também era coreana, estavamos em um quarto meio estranho e começamos a nos beijar e tudo... Ela estava apavorada porque estávamos prestes a fazer sexo e ela era virgem. Aparentemente eu já tinha tido algum tipo de experiência e parecia saber mais ou menos o que estava fazendo. Me lembro de tentar ser bem cuidadoso com ela, mas o engraçado é que eu fui bem homem nessa hora! Não me importei muito com preliminares e coisas do tipo e fui cuidadosamente colocando meu pênis na vagina dela. Eu tinha um pênis! essa com certeza é uma das sensações mais estranhas que eu já tive! Bom, continuando, eu olhava para ela na altura da vagina/útero e podia ver o que se passava dentro dela!! Lógico que fiquei fascinado(a) olhando o que estava acontecendo, e isso acabou me excitando ainda mais. Com o tempo ela relaxou um pouco e as coisas funcionaram melhor. Agora uma coisa muito estranha é que eu sentia o prazer que eu sinto fazendo sexo, só que localizado fora do meu corpo (que era o corpo do coreano.. ), mais especificamente na ponta do pênis que eu tive! Pense numa experiência surreal!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

leque e lâminas


Havia uma rua de terra pela qual várias pessoas transitavam constantemente, indo e vindo de lugares que eu desconhecia, só exitindo pra mim enquanto estivessem no pedacinho da estrada que minha visão abarcava. No sonho eu não cheguei a pensar assim, mas agora parece que elas vinham e iam pro além enquanto eu ficava nesse lugar entre, num quase não-lugar...

enfim, houve um momento em que eu dançava com um leque enorme, vestida de preto e vermelho, sem público nem nada, só porque sim. Adorava aquele leque! Embora a minha dança fosse bem séria, quase no espírito da dança flamenca, eu me divertia bastante. Era noite enquanto eu dançava..

em outro momento, mais acima da estrada, eu e outras pessoas conversávamos com uma criança que queria comer muitos doces e levar uns brinquedos para a escola, enquanto os mais velhos mão queriam que ele comesse aqueles doces. Não era dia nem noite essa hora..

chegou, então, uma hora em que eu estava um pouco mais abaixo na estrada, sentada numa espécie de cerca de madeira que não cercava nada, conversando com um estrangeiro e meu irmão. Minha namorada chegou depois de um tempo, e ela e o estrangeiro, que agora já era um amigo, andaram comigo descendo a estrada. O número de pessoas transitando havia aumentado um pouco e acho que já era mais dia que noite. Minha namorada, que estava segurando um machado, perguntou se podia bater com ele em mim, e pediu que andasse na sua frente. Eu disse que isso ia me matar e ela falou algo como "é só um pouquinho.. eu quero muito!". Andei por pouco tempo na frente dela e imaginei duas formas dela me matar com aquele machado, infincando no meu crânio ou me decapitando, e decidi andar ao seu lado. Disse que não queria morrer. O estrangeiro tinha se tornado um amigo nosso que acabou entrando nessa discussão e liderou o caminho um pouco para fora da estrada, para a beira de um rio. Chegando lá ela me convenceu a fazer só um pequeno corte na minha cabeça com um facão meio enferrujado que ela carregava agora no lugar do machado e enquanto eu olhava para o lago ela me cortou. O corte doía, mas nao a ponto de eu manifestar alguma dor... e foi feito bem devagar, como se ela quisesse prolongar aquele momento ao máximo. Quando acabou eu estava com raiva dela... Nós três continuamos andando para o outro lado, cruzamos a estrada te terra e chegamos perto de um lugar que cultivava minhocas.. passamos pelo meio de uma horta meio estranha e descemos.. não sei pra onde íamos, mas acho que tinha água.

sábado, 29 de novembro de 2008

Eu Drag Queen.


Esse sonho se passa à noite, na escola em que estudei do maternal até a sétima série, onde eu e minha namorada estávamos tomando banho em uma das salas de chuveiro que ficavam no lugar das salas do maternal. Haviam barulhos de pessoas fazendo sexo em outra sala ao lado, mas nós só tomamos banho mesmo..
Poxa, eu já me esqueci uma boa parte desse sonho.. mas enfim, depois disso lembro que houve uma espécie de celebração no pátio onde a gente brincava no maternal, e, logo antes de começar, o pessoal da festa começou a procurar meio desesperadamente alguém para se apresentar, então eu e uma colega que estudou comigo na infância resolvemos improvisar algo como drag queens.

Já montadas, fizemos algumas performances que o pessoal pareceu gostar: uma meio ABBA, ou coisa parecida, uma de um tango esquisito, porque nenhuma de nós sabia dançar tango, e depois eu fiz um solo de dança contemporânea. Nos últimos momentos já havia bastante gente dançando no pátio e se divertindo muito. Ouve um conflito entre nós duas, mas não me lembro como nem porque.

Minha namorada depois veio me falar que foi ótimo, que eu arrasei, afinal eu já tinha o quê, 9 anos de experiência como drag queen? Eu disse que era menos que isso, mas já tinha alguma mesmo! ;-)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

encontro com Lygia Clark






Antes de tudo, Lygia Clark foi uma artista plástica brasileira importantíssima para a história da arte, e, para os que não conhecem sua obra, aconselho fortemente que procurem conhecer um pouco, mesmo que por imagens (embora não seja a mesma coisa, claro!).

Bom, nem acredito que encontrei ela em sonho!!! Quando eu a vi, estávamos em um parque cheio de árvores, e não sei dizer se era dia ou noite, mas lembro que ela brincava com um banbolê, girando-o em uma de suas pernas. Eu a via de baixo, como se fosse muito pequena e ela enorme! Ela estava bem velhinha, bem magra e muito contente o tempo todo, muito tranquila! Nós conversamos um pouco e eu fiquei tão impressionada por estar na presença da Lygia Clark que fiquei meio tímida, e não conseguia pensar direito no que falar. Um amigo meu, que é produtor por sinal, apareceu e a convidou para irmos para a barraca, onde minha namorada e umas outras duas pessoas estavam. Não lembro direito como foi a conversa (tirando que uma parte foi relacionada a seu trabalho) mas sei que ela passava uma segurança enorme para a gente, como se dissesse: vocês são jovens, e eu sei que ainda tem muito por percorrer, mas confiem nos seus passos e aproveitem tudo o que puderem!


Quando saímos da barraca, havia um parquinho lá perto, com chão de pedrinhas brancas que brilhavam um pouco (agora era noite). Os outros se espalharam, e eu fiquei observando-a enquanto ela deitava de olhos fechados nas pedrinhas, sentindo aquele momento. Achei lindo aquilo! Me lembrei das minhas aulas de dança e de como as sensações se ampliam quando estamos presentes naquele momento.. me virei e, ainda sorrindo, passei a mão sobre a grama e algumas pedrinhas, sentindo a delícia daquele momento!
Acordei muito feliz!







domingo, 17 de agosto de 2008

sonho do dia 9 de agosto

Muita coisa já tinha acontecido durante o sonho quando eu e minha namorada passeávamos pela universidade. Era noite e o clima estava tranquilo quando começamos conversar com menino que nenhuma de nós conhecia. Não me lembro qual foi o conteúdo da conversa, mas sei que, depois de um tempo, ele me pediu para bater no rosto dele. Claro que eu achei que ele não estava falando sério e perguntei: "Tem certeza? não... não, não posso fazer isso", enquanto ele insistia: "não tem problema, eu que tô pedindo! pode bater com força!". Depois de um pouco mais de insistência eu finalmente comecei a bater nele, e acabei me soltando mesmo. Senti uma raiva profunda, uma vontade de acabar com ele tão grande quanto era possível, e o arranhei e bati até que minhas mãos estavam cheias de sangue e ele me pedia para parar. É verdade que eu não queria parar, mas atendi sua vontade e me assustei percebendo como ele tinha ficado... Esse cara me perguntou então como eu me sentia e eu falei que era como se fosse descobrindo camadas de ódio que ficam escondidas por debaixo da superfície, ou qualquer coisa parecida com isso.
Passando esse momento, fui falar com minha namorada que estava me esperando fora da sala onde estávamos e, enquanto eu lhe contava o que havia acontecido, o rapaz aparece e diz que vai denunciar tudo o que eu fiz para a direção. Eu, claro, fico super indignada, afinal ele que tinha pedido!
Bom, vamos para uma espécie de reunião onde várias pessoas de blusa branca (com alguns em cadeiras de roda, outros com algumas debilidades físicas) e alguns engravatados se sentam ao lado de uma janela (agora é dia e uma luz alaranjada colore tudo na sala), numa enorme mesa de madeira, onde esperamos aquele cara, que chega atrasado com seu advogado ao lado. Ele quer me processar. Começa falando da agressão, etc. e tal, e eu o interrompo bruscamente contando o meu lado da história, que, felizmente, é bem recebido por aquelas pessoas. Ele ainda tenta dizer que eu sou louca, que eu disse que me sentia descascando, ou qualquer coisa assim, mas pra minha sorte os "juízes" não se impressionam com aquilo e eu acabei não sendo expulsa, nem presa e nem tendo que pagar nada pro cara. Ele sai de lá super revoltado, e eu super aliviada.
Depois estou andando por uma estrada de terra, a noite novamente, e fico sabendo de sua presença. Fico apavorada! Sei que ele quer me fazer mal. Quando encontro meu irmão numa cadeira de rodas indo para a direção onde ele se encontrava falo quase gritando que ele tem que arrumar uma carona para longe dalí, que eu não podia explicar tudo e que tinha que cuidar da minha namorada agora. Saio correndo procurando aquele cara, e quando chego num teatro quase sem luz vejo algumas pessoas apavoradas e ele, com uma cara terrível de psicopata dizendo que estava me procurando e outras coisas que eu não me lembro. Eu tento conversar com ele, mas não dá... ele está completamente fora de si. Ele fala alguma coisa sobre minha namorada e então eu a vejo levantando da segunda fileira de cadeiras com um grito... seus rins tinham sido arrancados por aquele monstro!
Enquanto ele ri, eu corro desesperada gritando por ajuda, dizendo que ele está louco que, que precisamos de um médico, e como as pessoas parecem não me entender eu procuro pedir ajuda em espanhol em inglês também. chego a quase perder a voz...
então acordo.