domingo, 17 de agosto de 2008

sonho do dia 9 de agosto

Muita coisa já tinha acontecido durante o sonho quando eu e minha namorada passeávamos pela universidade. Era noite e o clima estava tranquilo quando começamos conversar com menino que nenhuma de nós conhecia. Não me lembro qual foi o conteúdo da conversa, mas sei que, depois de um tempo, ele me pediu para bater no rosto dele. Claro que eu achei que ele não estava falando sério e perguntei: "Tem certeza? não... não, não posso fazer isso", enquanto ele insistia: "não tem problema, eu que tô pedindo! pode bater com força!". Depois de um pouco mais de insistência eu finalmente comecei a bater nele, e acabei me soltando mesmo. Senti uma raiva profunda, uma vontade de acabar com ele tão grande quanto era possível, e o arranhei e bati até que minhas mãos estavam cheias de sangue e ele me pedia para parar. É verdade que eu não queria parar, mas atendi sua vontade e me assustei percebendo como ele tinha ficado... Esse cara me perguntou então como eu me sentia e eu falei que era como se fosse descobrindo camadas de ódio que ficam escondidas por debaixo da superfície, ou qualquer coisa parecida com isso.
Passando esse momento, fui falar com minha namorada que estava me esperando fora da sala onde estávamos e, enquanto eu lhe contava o que havia acontecido, o rapaz aparece e diz que vai denunciar tudo o que eu fiz para a direção. Eu, claro, fico super indignada, afinal ele que tinha pedido!
Bom, vamos para uma espécie de reunião onde várias pessoas de blusa branca (com alguns em cadeiras de roda, outros com algumas debilidades físicas) e alguns engravatados se sentam ao lado de uma janela (agora é dia e uma luz alaranjada colore tudo na sala), numa enorme mesa de madeira, onde esperamos aquele cara, que chega atrasado com seu advogado ao lado. Ele quer me processar. Começa falando da agressão, etc. e tal, e eu o interrompo bruscamente contando o meu lado da história, que, felizmente, é bem recebido por aquelas pessoas. Ele ainda tenta dizer que eu sou louca, que eu disse que me sentia descascando, ou qualquer coisa assim, mas pra minha sorte os "juízes" não se impressionam com aquilo e eu acabei não sendo expulsa, nem presa e nem tendo que pagar nada pro cara. Ele sai de lá super revoltado, e eu super aliviada.
Depois estou andando por uma estrada de terra, a noite novamente, e fico sabendo de sua presença. Fico apavorada! Sei que ele quer me fazer mal. Quando encontro meu irmão numa cadeira de rodas indo para a direção onde ele se encontrava falo quase gritando que ele tem que arrumar uma carona para longe dalí, que eu não podia explicar tudo e que tinha que cuidar da minha namorada agora. Saio correndo procurando aquele cara, e quando chego num teatro quase sem luz vejo algumas pessoas apavoradas e ele, com uma cara terrível de psicopata dizendo que estava me procurando e outras coisas que eu não me lembro. Eu tento conversar com ele, mas não dá... ele está completamente fora de si. Ele fala alguma coisa sobre minha namorada e então eu a vejo levantando da segunda fileira de cadeiras com um grito... seus rins tinham sido arrancados por aquele monstro!
Enquanto ele ri, eu corro desesperada gritando por ajuda, dizendo que ele está louco que, que precisamos de um médico, e como as pessoas parecem não me entender eu procuro pedir ajuda em espanhol em inglês também. chego a quase perder a voz...
então acordo.

sábado, 2 de agosto de 2008

2 de agosto de 2008

sonhei com várias coisas, mas me lembro apenas de fragmentos... as conexões ficaram de fora, talvez por eu não ter ficado tempo suficiente procurando encontrá-las. Bom, de qualquer forma vou escrevê-los na ordem que acredito terem acontecido.

I
eu estava viajando de carro com algumas pessoas e por algum motivo chamei uma amiga minha que está viciada em pó... disse que talvez ela pudesse dirigir o carro, que tinha, por sinal, uma mãe carregando seu bebê sentada no banco de trás. Ela dirigiu e, vou dize, todos ficamos super apreensivos com ela nos conduzindo pela estrada. foi aí que percebi o erro que tinha cometido!
Convencemos ela a parar o carro no próximo posto, onde ficamos um tempo. Conversei com ela, disse que não devia dirigir, que não estava bem para isso e mais algumas coisas, na esperança de ajudá-la de alguma forma. Ela se sentiu um pouco ofendida e sumiu com um dinheiro que eu não me lembro bem da onde tinha surgido. Continuei preocupada com ela, ela continuou na mesma e os outros continuaram seguindo comigo na estrada... havia música... acho que era um blues. haviam montanhas por perto e já estavamos naquele momento lusco-fusco.
chegando numa cidadezinha vimos os postes ascenderem... meu amigo diz que essa hora é mágica..

II
é dia e estou novamente no carro, chegando numa cidadezinha do Alasca e meu pai é o condutor. De um lado da pista só há neve, do outro a cidade. A pista, de repente, torna-se um caminho sobre madeirites e eu estou de bicicleta com uma amiga do meu curso e outras pessoas desconhecidas. Os carros aparecem de vez em quando e temos que tomar cuidado. Em um determinado momento, eu estou na garupa e há uma rampa tão íngrime que sua parte final chega a fazer um ângulo reto com a pista. A bicicleta agora era uma moto e seguíamos em direção à rampa... não acreditei que ela fosse em frente, mas para minha surpresa e terror ela foi! nossa, que sensão foi aquela? é como se estivesse numa montanha russa onde nada me segurasse ao carrinho e a probabilidade de sair intacta fosse mínima! a rampa acabou e continuamos no ar por um tempo, sendo que eu tive de me segurar firme na moto para não cair. A moto fez um movimento estranho e, surpreendentemente, caímos perfeitamente na pista! não vou descrever como fiquei depois disso.. imagine-se passando por isso e como você se sentiria. Foi real assim.

III
Eu estou com a mesma amiga, de volta com as bicicletas, em parque bem longe do Alasca, pelo que dava pra var da vegetação, onde várias pessoas pedalavam na mesma direção, que por sinal é a oposta do caminho que fazíamos no Alasca. Descubro com os passantes que estamos fazendo parte de uma espécie de maratona de bicicletas em prol de não-se-o-que. continuo pedalando e minha amiga some, sendo que eu fico carregando sua bicicleta desmontável e em parte andando , em parte pedalando.


IV
Entro num quarto idêntico ao de uma amiga de infância minha, com tudo rosa (eu nunca fui muito fã dessa cor) e sinto uma estranheza enorme por voltar ao que eu sabia ser o meu quarto. Fazia muito tempo que eu não esntrava lá e não me senti nenhum pouco confortável ali..

V
Eu estava em um quarto nas dependências da faculdade, conversando com uma mulher que eu nunca vi na vida, quando escutamos um barulho estranho... ao olhar pela janela vejo um corpo todo enrolado por uma corda branca, parecendo um casulo, pendurado do lado de fora do prédio, batendo na janela como o pêndulo. Pergunto se ele estava vivo duas vezes e escuto sons abafados de quem tem a boca amordaçada. Nessa altura, outros habitantes do prédio já tinham percebido o corpo e nos juntamos para tirá-lo dali. Quase caí da janela nessa processo. O cara que estava preso era negro e um amigo dele, também negro, apareceu lá para acudí-lo. Vi os dois indo embora e, ainda meio em choque com o que tinha acontecido, pensei: "como alguém pode fazer algo assim?" e "ainda bem que eu sou morena", além de outras coisas relacionadas a universidade e ao grupo neonazista que havia lá...
no meio dessa história surgiu meu primo e um cara meio estranho que conversava com ele num tom suspeito sobre cocaína. Meu primo dizia, com cara de que mentia, que tinha parado de vender...