Lá estávamos eu e minha namorada em uma comercial das 400, no plano, quando resolvo fechar a porta do seu carro. Chegando lá, percebo que o carro estava impedindo a passagem de outros e tento arrumar, mas, como vinha gente atrás, acabo tendo que dar uma voltinha. De repente, me surpreendo com duas pessoas armadas na rua apontando para carro e me abaixo, tentando fugir dos tiros. Volto para a comercial e estaciono o mais rápido que consigo pra falar logo com minha namorada, que, a princípio, não entende nada do que eu tô falando. grito pra gente sair da rua, que tem umas pessoas armadas, então seguro na mão dela e vamos correndo para uma farmácia que estava ali perto e nos escondemos atrás de uma estante. Um dos armados, que nesse momento já tinham se multiplicado bastante, entra na farmácia e nos acha com alguma facilidade. Ele aponta a arma pra nós duas e diz algumas coisas que não me lembro, então joga um remédio na minha cara e no meu cabelo e ri dizendo "vamos ver o que vai achar de ser loira". Sinto meu rosto ardendo com aquela subsância, mas fico aliviada tenha sido só aquilo. Ele ainda briga com o dono da loja e sai sem atirar em ninguém.
Saímos de lá tentando nos esconder dessas pessoas todas, que pareciam já ter matado metade da cidade, mas um cara consegue pegar a Iaci atira nela duas vezes! me desespero com aquilo e vou tentar tirá-la dali, descobrindo, com um alívio que eu nem sei descrever, que nada tinha acontecido com ela.
Acabamos descobrindo que aquelas pessoas queriam roubar 5 milhões de reais do Banco Central... andamos até a rodoviaria tentado fugir do caos. Eu estou descalça e está anoitecendo. andamos de mãos dadas... a cidade está cheia de cadáveres...
Estou numa escola primária onde vou começar meu estágio e sinto vontade de ir ao banheiro. Vejo que eles têm um para estagiárixs e um para professorxs o que acho meio estranho, mas entro de qualquer forma. Tento fazer meu xixi, e percebo uma funcionária da escola falando comigo por uma abertura de um palmo, mais ou menos, entre a porta e a parede. Fico meio sem-graça, claro, e mexo na porta para tampar aquele buraco, mas mesmo assim não consigo fazer xixi. Resolvo tentar o banheiro dxs professorxs que, agora, se encontrava depois de uma escadinha e não ao lado, como quando eu entrei no dxs estadiárixs. Subindo as escadinhas chego num banheiro que é quase uma casa, com mesinha, chuveiro e sofá! Mas antes de fazer qualquer coisa, aquela mesma funcionária me entrega um menininho e diz que ele tá com dificuldade, pra eu ajudar ele, e depois me entrega uma espécie de algema estranha, com buracos bem pequenos para os braços e correntes mais finas e longas que o normal, e diz que depois é para eu colocar nele, que todxs alunxs devem usar! Pergunto para ele qual o problema e ajudo como posso, embora não me lembre agora o que era, e fico perplexa olhando para a aquelas algemas pensando no que deveria fazer. Descemos as escadas e vejo três criancinhas brincado algemadas uma na outra, sendo que a do meio tinha os olhos vendados. Levo um susto e fico tentando decidir o que eu devo fazer. mas acaba que encontro algumas professoras e elas vem falar comigo de coisas do estágio, então vejo uma ex-professora de informática que é muito brother hoje em dia e vou falar com ela. Pergunto como ela está embora a resposta esteja aparente no rosto dela: ela estava péssima. Tinha o rosto pálido, com olheiras enormes, o cabelo meio bagunçado, os ombros meio curvados pra frente e a cabeça baixa constantemente. Disse que aquele lugar acabaria comigo e que só estava lá para pegar um documento. Nos despedimos e segui andando pela escola. Vi várixs alunxs não-acorrentados correndo para as salas com suas professoras carrancudas e, surpreendentemente, minha mãe andando a direção oposta. Ela disse que havia chegado mais cedo para me buscar, e que esperaria as duas horas que eu deveria ficar na escola na piscina que tinha ali perto. Então continua andando em direção à piscina e eu vou meio sem rumo pra outro lado, até que vejo uma mala no chão. Vou para mais perto da mala e penso em olhar o que tem lá dentro ou levá-la para algum achados-e-perdidos, mas acabo me distraindo com umas plantas esquisitinhas, mas lindas, que soltavam uma fumacinha colorida quando balançavam. Começo a andar por aquele caminho, uma espécie de corredor entre a grade da escola e a de uma quadra, cobertas inteiramente por folhas secas. Andando percebo uma série de outros objetos postos lá e uma voz que dizia algo sobre homossexuais, embora não tenha ficado tempo suficiente lá para perceber se era uma fala amigável a nós ou não. Depois de um tempo percebo que é uma instalação e vejo também uma projeção em uma tela, que cobria (nesse momento) todo o lado da grade da quadra.
logo após sair de lá ja não estou no sonho como personagem, apenas assisto a cena de um rapaz que parece ter a mais ou menos a minha idade, sendo pego e torturado por um homem e uma mulher que deviam ser coordenadores da escola. Foi uma cena muito cruel, eles queimaram até derreter um pouco os dentes de trás dele e o cortaram de algumas formas, enquanto diziam algo como "ah, você gosta de couro, né, seu viado? então olha o que eu vou fazer com o seu!". Em algum momento também maltrataram e deceparam um boi na frente do rapaz, para torturá-lo. Ele grita e chora, pede para eles pararem...
um pouco depois ele se encontra em outra sala e agora eu sou uma amiga sua que está lá. O homem está vestido de padre nesse momento e eles falam mais coisas cruéis para o rapaz e dizem o que vai acontecer com ele, então grito que eles não podem fazer isso, mas, como não adianta, beijo a boca do meu amigo para tentar salvar sua pele. Ele entende minha intenção e num beijo ao mesmo tempo fingido e desesperado nos movemos até sair pela porta e cair nas escadas de fora da sala. Saímos correndo pela escola, mas várias professoras e cordenadoras com chicotes na mão conseguem pegá-lo. Eu me escondo e fico bem. Elas são muitas para eu conseguir ajudá-lo. Vejo várias delas caindo em cima dele e, durante um tempo acho que ele não vai conseguir, mas acaba dando um jeito de sair dali.. Não vejo pra onde ele vai...
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
conforto..

Ontem sonhei que a mãe da minha namorada, que acha que eu fui um problema (sim, ela acha que eu sou no passado.. hehe), estava pronta para me encontrar. Minha namorada a trouxe pra perto de mim e, supreendentemente, nos demos bem! Ela não falou muito mas me abraçou bem forte... Quase me senti como nora dela..
Já hoje, sonhei que minha namorada estava grávida... pareceu normal no sonho, e não era de outra pessoa, era nosso!
acordei desejando que meu amor estivesse ao meu lado..
(saudade de acordar com você, minha linda.. )
nessecidade de afirmar que meu pai estava errado? ilustração de desejos?
de qualquer forma, me faz bem viver essas coisas em sonho!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Férias apocalípticas
Num dia tranquilo de férias, eu, minha namorada (Iací) e duas amigas de infância (que eu vou chamar de Iris e Júlia) fomos à praia, tomamos sol, conversamos, bebemos, nadamos, e, em um determinado momento, a correnteza ficou muito forte e veio uma onda absurdamente grande e forte em cima de todos que estavam na praia. Eu me debati, me revirei, nadei, mas só consegui sair da água quando a Iris me puxou pra fora. Procurei um pouco pela minha namorada e, não encontrando nem ela nem a Júlia, fui correndo com a Iris pra dentro da cidade, afinal o mar continuava avançando. Ela me guiou pelas ruas de paralelepípedo até um tipo de galpão bem antigo onde havia um bote e vários coletes salva-vidas. Nos vestimos com os coletes e saindo do galpão encontramos Iací e Júlia. Claro que eu saí correndo e abracei Iací com toda a força e beijei seu rosto quase desesperadamente (imagina meu alívio!), até perceber que ela parecia meio chateada. Quando perguntei o que era ela me respondeu que eu não procurei por ela o suficiente no mar.. Não lembro se contei como foi pra mim no mar, mas depois disso tudo ficou razoavelmente bem e logo era o dia seguinte.
O que fizemos então? Voltamos para a mesma praia! Novamente em pôr-do-sol sem muitas cores, mas dessa vez eu e Iacì fomos com meus pais, que tinham chegado na cidade naquele dia, e eu achava que eles deviam conhecer a praia. E o que aconteceu enquanto estávamos na água? novamente aquela correnteza bem forte e onda enorme aconteceram. Dessa vez eu procurei mais tempo pela minha namorada, e consegui encontrar depois de um tempo. Peguei ela no colo e, com muito mais dificuldade que no dia anterior, consegui sair daquela água turva. Ainda com ela no colo, corri até o mesmo galpão, que dessa vez estava vazio. A cidade que parecia um pouco com Ouro Preto, mas tinha sido Belém e São Jorge, estava ficando toda alagada. Na correria por abrigo passamos por um rio que tinha sido formado no centro da cidade, onde, além do meu primo, encontramos alguns coletes e um bote flutuando. Os três chegamos numa loja estilo 1,99 onde encontramos roupas secas e pessoas muito mal-humoradas que nos fizeram sair de lá rapidinho.
Nessa altura já estava de madrugada, e ouvimos rumores de que aquele seria o fim, o apocalipse. Isso já havia passado pela minha cabeça, mas depois de ouvir de outras bocas meu medo aumentou um bocado. Meu primo sumiu na procura por abrigo e eu e Iací, que corríamos a bastante tempo, sempre para os lugares mais secos da cidade, acabamos conhecendo um bombeiro que disse que podia nos ajudar. Ele abriu uma porta do prédio dos bombeiros e uma fila de gente querendo entrar fez-se atraz de nós, embora ninguém mais tenha conseguido. subimos por uma escada bem esquisita e e chegamos numa sala onde algumas pessoas comíam e conversávam. Nos ofereceram comida, e muito mais tranquilas, sentamos no sofá comendo e ouvindo a a fala de um homem que dizia que o que estava acontecendo era igualzinho a descrição do aocalipse de São Jorge.
Acordo..
O que fizemos então? Voltamos para a mesma praia! Novamente em pôr-do-sol sem muitas cores, mas dessa vez eu e Iacì fomos com meus pais, que tinham chegado na cidade naquele dia, e eu achava que eles deviam conhecer a praia. E o que aconteceu enquanto estávamos na água? novamente aquela correnteza bem forte e onda enorme aconteceram. Dessa vez eu procurei mais tempo pela minha namorada, e consegui encontrar depois de um tempo. Peguei ela no colo e, com muito mais dificuldade que no dia anterior, consegui sair daquela água turva. Ainda com ela no colo, corri até o mesmo galpão, que dessa vez estava vazio. A cidade que parecia um pouco com Ouro Preto, mas tinha sido Belém e São Jorge, estava ficando toda alagada. Na correria por abrigo passamos por um rio que tinha sido formado no centro da cidade, onde, além do meu primo, encontramos alguns coletes e um bote flutuando. Os três chegamos numa loja estilo 1,99 onde encontramos roupas secas e pessoas muito mal-humoradas que nos fizeram sair de lá rapidinho.
Nessa altura já estava de madrugada, e ouvimos rumores de que aquele seria o fim, o apocalipse. Isso já havia passado pela minha cabeça, mas depois de ouvir de outras bocas meu medo aumentou um bocado. Meu primo sumiu na procura por abrigo e eu e Iací, que corríamos a bastante tempo, sempre para os lugares mais secos da cidade, acabamos conhecendo um bombeiro que disse que podia nos ajudar. Ele abriu uma porta do prédio dos bombeiros e uma fila de gente querendo entrar fez-se atraz de nós, embora ninguém mais tenha conseguido. subimos por uma escada bem esquisita e e chegamos numa sala onde algumas pessoas comíam e conversávam. Nos ofereceram comida, e muito mais tranquilas, sentamos no sofá comendo e ouvindo a a fala de um homem que dizia que o que estava acontecendo era igualzinho a descrição do aocalipse de São Jorge.
Acordo..
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Estar ou não estar...
Lá estava eu em minha moto, tentando não ser vista pelos policiais nas ruas mal iluminadas de alguma quadra, quando um deles me para. Então eu desço da moto e, logicamente, saio conversando com uma moça que apareceu por lá e, que por acaso, era a dona da academia que ocupava aquela quadra toda, embora não fosse possível identificar nenhum sinal de que houvesse uma por aquelas bandas. Ela faz uma pequena propaganda e eu resolvo experimentar um dos cursos de lá que me soa interessante.
Entrando na sala, que era como um pequeno apartamento com enormes janelas de vidro, uma mesa no centro e uma escada que dava para o segundo andar, conheço a professora e os integrantes da turma. A professora é mais velha e bem simpática, mas séria ao mesmo tempo, e os integrantes tem todos idades próximas a minha. Aprendo que não sairíamos dali por um bom tempo e que esse talvez fosse o mês mais difícil de nossas vidas, mas mesmo assim eu e todos os outros resolvemos ficar. Uma visita da dona da academia deixa claro que elas são bruxas e que não têm certeza se deviam fazer uma coisa tão difícil com a gente, mas ainda assim continuamos.
A professora dá algumas orientações e vamos todos para o andar de cima, que é vazio. Olhamos as janelas e uma menina do grupo resolve tacar uma pedrinha lapidada no prédio da frente, que tinha suas janelas abertas. Pouco depois da pedra chegar lá entra outra na sala em que estamos. Nossa primeira idéia foi que haviam pessoas lá jogando a pedra de volta, mas depois percebemos que a pedra que ela jogava lá entrava onde estávamos ao entrar no prédio da frente! não havia gente lá, ou melhor, nós é que estávamos lá que era o nosso aqui!! ficamos um pouco assustados com a constatação e eu resolvi levantar e fechar as janelas. e ao fazer isso eu vi o meu reflexo na janela de um terceiro prédio, mais alto que o nosso e meio em diagonal, fechando a janela de lá! fechei outra e novamente lá estava meu reflexo em outro prédio, enquanto a outra janela era fechada. falei com os colegas o que estava acontecendo e conversamos um pouco sobre estarmos em outros lugares ou o que seria isso. Depois começamos a ver nosso reflexo na parte de baixo da janela, que era meio espelhada, e ele não estava muito.. certo. a professora então disse que o que aconteceria agora não seria real e teriamos de nos controlar. Ela disse também que cada um teria uma experiência diferente, com ela o reflexo tinha envelhecido bem rápido. Olhei para o meu e eu comecei a ficar com aparencia de frio: minha pele ficou um pouco sem cor, os lábios roxos, e começaram a aparecer gelinhos no meu cabelo. Eu senti frio de verdade, mas tentei pensar que aquilo não era real. O meu reflexo foi congelando aos poucos, com gelo sendo formado principalmente em volta do meu pescoço e eu fui ficando desesperada com isso! Foi só quando eu olhei pra baixo e coloquei as mão no meu pescoço que eu realmente vi que não era real e consegui acalmar. Meu reflexo voltou ao normal.
Todos descemos e houve uma reunião onde aquela professora nos falou várias coisas. Minha irmã agora estava presente. Em um momento eu perguntei para a professora o que aconteceria se não conseguissemos descer e então eu estava não conseguindo descer as escadas. Meu corpo havia travado, como naquele esquema de catalepsia projetiva. Escutei a voz dela dizendo "tenta relaxar o corpo" e deu certo, fui conseguindo relaxar um pouco até meu corpo amolecer e eu ficar deitada na escada, então consegui descer. Eu continuava conversando com ela e não sabia se tinha imaginado, tinha já tinha acontecido ou se eu previ o que ia acontecer.
A reunião continuou, embora nem todos estivessem prestando atenção nela, até que um rapaz resolveu que iria embora. eu e outros ficamos espantadíssimos com a possibilidade e a maior parte foi embora. alguns, como eu resolveram sair um pouquinho só pra respirar, mas voltariam em algumas horas.
andando, passei por uma casa bem simples onde estavam cozinhando algo e me ofereci para ajudar em troca de comida. Ajudei na cozinha e acabei conversando com a menina que cozinhava e aconselhando ela de alguma forma, embore não me lembre como. Comecei a pensar se realmente devia voltar..
acordo..
Entrando na sala, que era como um pequeno apartamento com enormes janelas de vidro, uma mesa no centro e uma escada que dava para o segundo andar, conheço a professora e os integrantes da turma. A professora é mais velha e bem simpática, mas séria ao mesmo tempo, e os integrantes tem todos idades próximas a minha. Aprendo que não sairíamos dali por um bom tempo e que esse talvez fosse o mês mais difícil de nossas vidas, mas mesmo assim eu e todos os outros resolvemos ficar. Uma visita da dona da academia deixa claro que elas são bruxas e que não têm certeza se deviam fazer uma coisa tão difícil com a gente, mas ainda assim continuamos.
A professora dá algumas orientações e vamos todos para o andar de cima, que é vazio. Olhamos as janelas e uma menina do grupo resolve tacar uma pedrinha lapidada no prédio da frente, que tinha suas janelas abertas. Pouco depois da pedra chegar lá entra outra na sala em que estamos. Nossa primeira idéia foi que haviam pessoas lá jogando a pedra de volta, mas depois percebemos que a pedra que ela jogava lá entrava onde estávamos ao entrar no prédio da frente! não havia gente lá, ou melhor, nós é que estávamos lá que era o nosso aqui!! ficamos um pouco assustados com a constatação e eu resolvi levantar e fechar as janelas. e ao fazer isso eu vi o meu reflexo na janela de um terceiro prédio, mais alto que o nosso e meio em diagonal, fechando a janela de lá! fechei outra e novamente lá estava meu reflexo em outro prédio, enquanto a outra janela era fechada. falei com os colegas o que estava acontecendo e conversamos um pouco sobre estarmos em outros lugares ou o que seria isso. Depois começamos a ver nosso reflexo na parte de baixo da janela, que era meio espelhada, e ele não estava muito.. certo. a professora então disse que o que aconteceria agora não seria real e teriamos de nos controlar. Ela disse também que cada um teria uma experiência diferente, com ela o reflexo tinha envelhecido bem rápido. Olhei para o meu e eu comecei a ficar com aparencia de frio: minha pele ficou um pouco sem cor, os lábios roxos, e começaram a aparecer gelinhos no meu cabelo. Eu senti frio de verdade, mas tentei pensar que aquilo não era real. O meu reflexo foi congelando aos poucos, com gelo sendo formado principalmente em volta do meu pescoço e eu fui ficando desesperada com isso! Foi só quando eu olhei pra baixo e coloquei as mão no meu pescoço que eu realmente vi que não era real e consegui acalmar. Meu reflexo voltou ao normal.
Todos descemos e houve uma reunião onde aquela professora nos falou várias coisas. Minha irmã agora estava presente. Em um momento eu perguntei para a professora o que aconteceria se não conseguissemos descer e então eu estava não conseguindo descer as escadas. Meu corpo havia travado, como naquele esquema de catalepsia projetiva. Escutei a voz dela dizendo "tenta relaxar o corpo" e deu certo, fui conseguindo relaxar um pouco até meu corpo amolecer e eu ficar deitada na escada, então consegui descer. Eu continuava conversando com ela e não sabia se tinha imaginado, tinha já tinha acontecido ou se eu previ o que ia acontecer.
A reunião continuou, embora nem todos estivessem prestando atenção nela, até que um rapaz resolveu que iria embora. eu e outros ficamos espantadíssimos com a possibilidade e a maior parte foi embora. alguns, como eu resolveram sair um pouquinho só pra respirar, mas voltariam em algumas horas.
andando, passei por uma casa bem simples onde estavam cozinhando algo e me ofereci para ajudar em troca de comida. Ajudei na cozinha e acabei conversando com a menina que cozinhava e aconselhando ela de alguma forma, embore não me lembre como. Comecei a pensar se realmente devia voltar..
acordo..
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