
Tive esse sonho quando tinha menos de 8 anos, na noite em que assisti Edward Mãos de Tesoura pela primeira vez! (acho que foi nesse momento que Tim Burton entrou na minha vida!)
Bom, a parte que eu lembro do sonho começa na casa da minha avó, onde toda a minha família por parte de mãe estava reunida. Lá, a minha prima tinha me mostrado seu bonequinho, um snoopy desmontável de uns 7 centímetros, daqueles com chapéu que vinham em lembrancinhas de aniversário, e que eu tinha fora do sonho (tenho, inclusive, guardado até hoje por conta desse sonho... sem o chapéu). O legal do boneco não era ele em si, mas o que ele fazia: quando alguém tirava seu chapéu qualquer desejo dessa pessoa seria realizado. Lembro-me que minha tia disse muito seriamente: “quando estiver com ele tome muito cuidado com o que desejar.” Ouvi o conselho e voltei a brincar com minha prima desejando coisas bobas até que na minha vez perdemos o tal do chapéu. Procuramos em todo lugar e não encontramos, então o boneco ficou comigo.
Chegamos em casa e fomos dormir. Depois de um tempo tentando fui para a cama de meus pais, como realmente fazia na época, e tentei novamente dormir. Ao invés de uma parede branca sem nada pendurado, como era de fato, eu via uma janela bem simples, como um buraco em forma de arco na parede que tinha vista para um castelo (o mesmo do filme) e três casinhas penduradas ao lado da janela. Primeiro lembro de ter ficado com medo do castelo, mas resolvi que não tinha nada demais no castelo e não devia ter medo. Como não conseguia dormir continuei pensando nele, e logo morria de curiosidade para saber como era por dentro. Foi aí que resolvi pular a janela e ir até lá.
Depois disso lembro de guardas vestidos de vermelho me perseguindo lá dentro e de ter escorregado na banheira do rei enquanto fugia. Quando finalmente consegui sair, ilesa, dei num parquinho onde várias crianças brincavam. Mas não estavam exatamente felizes. Era como se estivessem presas lá, condenadas a brincar para sempre, e alguém que não era criança me disse que eu deveria fugir, ou acabaria como elas. Na próxima cena eu estava em uma grande rampa branca, com o piso bem lustrado e escorregadio. Tive que desejar que meus sapatos não escorregassem para conseguir subir. No meio do caminho encontrei minha mãe, que tava com bastante dificuldade para subir também. Eu desejei que ela pudesse subir também, mas só depois de vê-la se esforçando por algum tempo. Esse momento foi o mais difícil... eu desejava coisas que sabia que não devia desejar, e só depois de uma luta de pensamentos consegui optar pelas coisas “certas”. No meio da rampa encontramos um homem careca e meio chato. Num sabia se minha mãe queria conversar com ele então fiquei um tempo esperando. Quando percebi que ela queria ir embora também desejei que ele não conseguisse subir e nós sim, então ele ficou para trás. Depois ela falou que aquele era um ex-namorado dela que ela não suportava! Bom, chegando no final da rampa pude ver uma mesa bem grande com um pano azul por cima onde toda a família comeria junta. Minha avó paterna e a moça que trabalhava na casa dela, a quem eu e meu irmão adorávamos, eram as únicas que já tinham chegado. Fui andando em direção à mesa, que tinha na ponta esquerda uma toalha de cor branca onde estavam todos os pratos. A moça que trabalhava na casa da minha avó, então, puxou essa toalha fazendo todos os pratos voarem. Eu acordei quando eles estavam no ar, e achei a imagem linda!
Bom, a parte que eu lembro do sonho começa na casa da minha avó, onde toda a minha família por parte de mãe estava reunida. Lá, a minha prima tinha me mostrado seu bonequinho, um snoopy desmontável de uns 7 centímetros, daqueles com chapéu que vinham em lembrancinhas de aniversário, e que eu tinha fora do sonho (tenho, inclusive, guardado até hoje por conta desse sonho... sem o chapéu). O legal do boneco não era ele em si, mas o que ele fazia: quando alguém tirava seu chapéu qualquer desejo dessa pessoa seria realizado. Lembro-me que minha tia disse muito seriamente: “quando estiver com ele tome muito cuidado com o que desejar.” Ouvi o conselho e voltei a brincar com minha prima desejando coisas bobas até que na minha vez perdemos o tal do chapéu. Procuramos em todo lugar e não encontramos, então o boneco ficou comigo.
Chegamos em casa e fomos dormir. Depois de um tempo tentando fui para a cama de meus pais, como realmente fazia na época, e tentei novamente dormir. Ao invés de uma parede branca sem nada pendurado, como era de fato, eu via uma janela bem simples, como um buraco em forma de arco na parede que tinha vista para um castelo (o mesmo do filme) e três casinhas penduradas ao lado da janela. Primeiro lembro de ter ficado com medo do castelo, mas resolvi que não tinha nada demais no castelo e não devia ter medo. Como não conseguia dormir continuei pensando nele, e logo morria de curiosidade para saber como era por dentro. Foi aí que resolvi pular a janela e ir até lá.
Depois disso lembro de guardas vestidos de vermelho me perseguindo lá dentro e de ter escorregado na banheira do rei enquanto fugia. Quando finalmente consegui sair, ilesa, dei num parquinho onde várias crianças brincavam. Mas não estavam exatamente felizes. Era como se estivessem presas lá, condenadas a brincar para sempre, e alguém que não era criança me disse que eu deveria fugir, ou acabaria como elas. Na próxima cena eu estava em uma grande rampa branca, com o piso bem lustrado e escorregadio. Tive que desejar que meus sapatos não escorregassem para conseguir subir. No meio do caminho encontrei minha mãe, que tava com bastante dificuldade para subir também. Eu desejei que ela pudesse subir também, mas só depois de vê-la se esforçando por algum tempo. Esse momento foi o mais difícil... eu desejava coisas que sabia que não devia desejar, e só depois de uma luta de pensamentos consegui optar pelas coisas “certas”. No meio da rampa encontramos um homem careca e meio chato. Num sabia se minha mãe queria conversar com ele então fiquei um tempo esperando. Quando percebi que ela queria ir embora também desejei que ele não conseguisse subir e nós sim, então ele ficou para trás. Depois ela falou que aquele era um ex-namorado dela que ela não suportava! Bom, chegando no final da rampa pude ver uma mesa bem grande com um pano azul por cima onde toda a família comeria junta. Minha avó paterna e a moça que trabalhava na casa dela, a quem eu e meu irmão adorávamos, eram as únicas que já tinham chegado. Fui andando em direção à mesa, que tinha na ponta esquerda uma toalha de cor branca onde estavam todos os pratos. A moça que trabalhava na casa da minha avó, então, puxou essa toalha fazendo todos os pratos voarem. Eu acordei quando eles estavam no ar, e achei a imagem linda!
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