Hoje voltei a sonhar com perseguições. Fazia tempo que esses sonhos tinham parado... Não sei bem o que querem dizer, mas de qualquer forma alguma coisa mudou... Eu costumava acordar enquanto ainda estava sendo perseguida ou despistava o perseguidor de alguma forma, mas dessa vez ele que “desistiu”. Só que desistiu com uma expressão do tipo "eu voltarei", bem como os típicos vilões de cinema. O que me lembro do sonho foi que em algum momento eu tive que conversar com certo homem por conta de uma pesquisa, entrevista ou coisa assim. Então fui até seu apartamento procura-lo, e assim que entrei, depois de ficar algum tempo esperando na porta, notei que não era boa pessoa. Ele tinha um olhar meio psicótico que me deu medo, e assim que notei que algo estava errado quis sair, mas ele não deixou. Queria me estuprar. Assim começou a perseguição e continuou até o ponto em que eu esqueci por que fugia, só sabia que devia continuar... lembro-me que corri por vários lugares, inclusive um prédio que parecia um hospital ou uma escola, e que não estive sempre sozinha. Durante a fuga, uma pessoa que foi Iací em alguns momentos, uma amiga de infância em outros e que, se não me engano, chegou a ser minha prima também, se juntou a mim, embora nenhuma das outras pessoas se preocupasse em ajudar. No momento em que saía desse prédio estava sozinha e ao atravessar a rua vi passando por mim um carro com esse homem, no qual minha psicóloga também se encontrava. Seu rosto, no momento em que me viu adquiriu um ar de triunfo, com aquele sorrisinho de “eu voltarei” dos vilões. O carro foi e me deixou morrendo de raiva, tanto do fato, quanto da minha psicóloga, que não percebeu o acontecia. Continuei andando até a tenta de circo do outro lado da rua onde tinham várias mesas e pessoas comendo, e me sentei pensando no que tinha acontecido. Foi então que um menino de uns 8 anos me abraçou.. não lembro o que ele disse, mas fez com que eu me sentisse melhor. Riu de mim quando ia embora encorajando todos os outros a fazê-lo, mas não me importei com os risos... nem com nada.