Muita coisa já tinha acontecido durante o sonho quando eu e minha namorada passeávamos pela universidade. Era noite e o clima estava tranquilo quando começamos conversar com menino que nenhuma de nós conhecia. Não me lembro qual foi o conteúdo da conversa, mas sei que, depois de um tempo, ele me pediu para bater no rosto dele. Claro que eu achei que ele não estava falando sério e perguntei: "Tem certeza? não... não, não posso fazer isso", enquanto ele insistia: "não tem problema, eu que tô pedindo! pode bater com força!". Depois de um pouco mais de insistência eu finalmente comecei a bater nele, e acabei me soltando mesmo. Senti uma raiva profunda, uma vontade de acabar com ele tão grande quanto era possível, e o arranhei e bati até que minhas mãos estavam cheias de sangue e ele me pedia para parar. É verdade que eu não queria parar, mas atendi sua vontade e me assustei percebendo como ele tinha ficado... Esse cara me perguntou então como eu me sentia e eu falei que era como se fosse descobrindo camadas de ódio que ficam escondidas por debaixo da superfície, ou qualquer coisa parecida com isso.
Passando esse momento, fui falar com minha namorada que estava me esperando fora da sala onde estávamos e, enquanto eu lhe contava o que havia acontecido, o rapaz aparece e diz que vai denunciar tudo o que eu fiz para a direção. Eu, claro, fico super indignada, afinal ele que tinha pedido!
Bom, vamos para uma espécie de reunião onde várias pessoas de blusa branca (com alguns em cadeiras de roda, outros com algumas debilidades físicas) e alguns engravatados se sentam ao lado de uma janela (agora é dia e uma luz alaranjada colore tudo na sala), numa enorme mesa de madeira, onde esperamos aquele cara, que chega atrasado com seu advogado ao lado. Ele quer me processar. Começa falando da agressão, etc. e tal, e eu o interrompo bruscamente contando o meu lado da história, que, felizmente, é bem recebido por aquelas pessoas. Ele ainda tenta dizer que eu sou louca, que eu disse que me sentia descascando, ou qualquer coisa assim, mas pra minha sorte os "juízes" não se impressionam com aquilo e eu acabei não sendo expulsa, nem presa e nem tendo que pagar nada pro cara. Ele sai de lá super revoltado, e eu super aliviada.
Depois estou andando por uma estrada de terra, a noite novamente, e fico sabendo de sua presença. Fico apavorada! Sei que ele quer me fazer mal. Quando encontro meu irmão numa cadeira de rodas indo para a direção onde ele se encontrava falo quase gritando que ele tem que arrumar uma carona para longe dalí, que eu não podia explicar tudo e que tinha que cuidar da minha namorada agora. Saio correndo procurando aquele cara, e quando chego num teatro quase sem luz vejo algumas pessoas apavoradas e ele, com uma cara terrível de psicopata dizendo que estava me procurando e outras coisas que eu não me lembro. Eu tento conversar com ele, mas não dá... ele está completamente fora de si. Ele fala alguma coisa sobre minha namorada e então eu a vejo levantando da segunda fileira de cadeiras com um grito... seus rins tinham sido arrancados por aquele monstro!
Enquanto ele ri, eu corro desesperada gritando por ajuda, dizendo que ele está louco que, que precisamos de um médico, e como as pessoas parecem não me entender eu procuro pedir ajuda em espanhol em inglês também. chego a quase perder a voz...
então acordo.
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