Eu e uma pessoa aleatória estávamos na quadra da escola onde estudei do jardin de infância ao primeiro grau, ao lado de umas árvores bem grandes e algumas mesinhas vermelhas. Era noite, a quadra estava cheia de búfalos e, por algum outro motivo que eu não lembro, tinhamos que subir o mais alto possivel nas árvores. . A subida foi demorada e perigosa. Quase caí umas duas vezes e a outra pessoa quase caía o tempo todo. Mas finalmente chegamos ao topo... aliás, ao topo mesmo eu não cheguei, porque os galhos eram muito finos e, por mais que eu quisesse ver a vista lá de cima, fiquei com medo que quebrassem; mas a outra pessoa chegou e eu pedi que descesse logo pra não se machucar. Quando descíamos, encontrei uns besouros mortos e um galho que quebrou comigo, acelerando o processo. Não me machuquei nem nada, mas fiquei com medo dos búfalos, que eram do tamanho de cachoros grandes e tinham o chifre grosso e enrolado para trás. Um deles me lambeu e, assustada, corri pra cima das mesas. A pessoa que desceu da árvore, que era diferente da que subiu comigo, disse que eu não precisava me preocupar. Eu perguntei "mas e se eles vierem até nós?", e ela respondeu "deixa eles te lamberem...".
Mais tarde, sonhei outra vez sonhei que tinha um filho... Foi tudo meio doido... nada tão dramático como no último sonho, que eu quase deixei (não por vontade, claro) meu filho morrer de fome, mas felizmente deu tudo certo! bom, nesse, eu tive a criança fora da minha cidade. Fui a um médico que não era médico e ele me disse que provavelmente era menino. tratei ele como menino até sua pré-adolescencia, quando (logo que eu suspeitei) ela veio me dizer que estávamos enganados, que era menina. O tempo passou de forma esquisitíssima: era um bebê de colo quando fui levar-lo ao parque, mas chegando lá já sabia andar, chegando na quadra do mesmo parque já sabia falar, e ao final do jogo, que meus familiares estavam jogando, já era pré-adolescente. Meu pai não pareceu muito feliz com o fato e não demostrou muita afeição pela criança. Na verdade, ele ficou meio deprimido com o tempo. Desde o ínicio eu estava meio sozinha nisso... minha mãe me ajudou um pouco, mas logo era só eu. Quando eles jogavam, meu primo perguntou da minha namorada, e eu não sabia dizer... eu estava viajando esse tempo todo e ela em casa! saí correndo pela cidade (Garopaba) a procura dela e de minha filha, e descobri que já haviam se passado 23 anos!! Desorientada, entrei num carro, e comecei a dirigir sentada no banco do co-piloto (imagem recorrente). Na verdade eu não estava dirigindo no inicio... o carro simplismente ía! quando me dei conta de que precisava controlá-lo tentei dirigir de onde estava por um tempo e, quando vi que não dava muito certo, passei para o banco do motorista. Foi aí que minha namorada apareceu do meu lado. Perguntei-lhe como íam as coisas e ela não deu nenhuma resposta concreta... parecia confusa. Perguntei, então, se ainda estávamos juntas e ela respondeu: "Não sei". Me senti tão mal por isso... mas achava justo, afinal eu tinha passado esse tempo todo fora. Ela me ajudou a procurar minha (nossa?) filha, mas acordei sem encontrá-la.
Mais tarde, sonhei outra vez sonhei que tinha um filho... Foi tudo meio doido... nada tão dramático como no último sonho, que eu quase deixei (não por vontade, claro) meu filho morrer de fome, mas felizmente deu tudo certo! bom, nesse, eu tive a criança fora da minha cidade. Fui a um médico que não era médico e ele me disse que provavelmente era menino. tratei ele como menino até sua pré-adolescencia, quando (logo que eu suspeitei) ela veio me dizer que estávamos enganados, que era menina. O tempo passou de forma esquisitíssima: era um bebê de colo quando fui levar-lo ao parque, mas chegando lá já sabia andar, chegando na quadra do mesmo parque já sabia falar, e ao final do jogo, que meus familiares estavam jogando, já era pré-adolescente. Meu pai não pareceu muito feliz com o fato e não demostrou muita afeição pela criança. Na verdade, ele ficou meio deprimido com o tempo. Desde o ínicio eu estava meio sozinha nisso... minha mãe me ajudou um pouco, mas logo era só eu. Quando eles jogavam, meu primo perguntou da minha namorada, e eu não sabia dizer... eu estava viajando esse tempo todo e ela em casa! saí correndo pela cidade (Garopaba) a procura dela e de minha filha, e descobri que já haviam se passado 23 anos!! Desorientada, entrei num carro, e comecei a dirigir sentada no banco do co-piloto (imagem recorrente). Na verdade eu não estava dirigindo no inicio... o carro simplismente ía! quando me dei conta de que precisava controlá-lo tentei dirigir de onde estava por um tempo e, quando vi que não dava muito certo, passei para o banco do motorista. Foi aí que minha namorada apareceu do meu lado. Perguntei-lhe como íam as coisas e ela não deu nenhuma resposta concreta... parecia confusa. Perguntei, então, se ainda estávamos juntas e ela respondeu: "Não sei". Me senti tão mal por isso... mas achava justo, afinal eu tinha passado esse tempo todo fora. Ela me ajudou a procurar minha (nossa?) filha, mas acordei sem encontrá-la.
2 comentários:
Interessante o sonho. Muitos sentimentos guardados.. recorrentes.. Duas coisas me chamaram mto a atenção também: os búfalos (pois tenho sonhos recorrentes com touros) e a criança (haha que crescimento ultra-rápido :)
Valeu! Gostei do blog!
obrigada leandro,
que bom que gostou!
acho eles bem cheios de significados mesmo, e escrever me ajuda a interpretar-los!
seja bem-vindo!
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